O presidenciável Romeu Zema disse, dias atrás, que toda a direita estaria unida no segundo turno contra o PT. Pelo andar da carruagem, o risco é de parte da direita estar rompida. Os irmãos Bolsonaro – ao saberem que Zema está rifando a candidatura de Flávio, dizendo que o apoio a ele pode significar perder as eleições presidenciais para a esquerda – em seu linguajar peculiar, estão fazendo barulho: o partido Novo, de Zema, passou a ser chamado por Eduardo Bolsonaro de “papel higiênico” e Carlos Bolsonaro se refere a Zema como “cara baixo”. (foto: Dirceu Aurélio/Agência Minas)










