Mais uma novidade na apuração do mistério envolvendo a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek (foto: Memorial JK). Cinco décadas depois, o debate sobre as circunstâncias da sua morte tem novo desfecho. Por seis votos e uma abstenção, a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos concluiu que o ex-presidente foi assassinado pela ditadura militar e aprovou relatório que substitui oficialmente a versão de acidente automobilístico adotada em 1976. O documento sustenta que houve fraude nas investigações da época, alterações em perícias e laudos e uma série de ações destinadas a eliminar adversários políticos do regime. A decisão também levará à mudança no registro de óbito de JK, que passará a indicar responsabilidade do Estado. A família do ex-presidente, nascido em Diamantina, informa que não pretende dar continuidade às apurações.










