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JOGO ABERTO

Por Paulo César de Oliveira
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Dario Durigan (foto: Washington Costa/MF)

*O ministro da Fazenda, Dario Durigan (foto: Washington Costa/MF), ao mencionar, nesta sexta-feira, 24, a necessidade de discutir a reforma da previdência, durante painel da Expert XP, em São Paulo, aproveitou para falar das aposentadorias de militares e de membros do Judiciário. “É inacreditável que as pessoas peguem um jornal e vejam lá que tem um membro do Judiciário que está recebendo R$ 400 mil por mês. É inadmissível isso”, disse o ministro. Segundo ele, a população não admite mais saber que o Estado paga um salário desse nível para um desembargador, ao mesmo tempo que é obrigada a lidar com um nível de juros como o atual. “Nós precisamos entender isso. Isso é uma compreensão de país. E que nós já temos feito bem nesse governo e precisamos aprofundar”, disse Durigan. 

*Apesar da bandeira branca hasteada por Michelle Bolsonaro e o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não está garantida a presença da ex-primeira-dama na convenção do PL que irá oficializar a candidatura de seu enteado à presidência da República, marcada para este sábado, 25, no estádio Pacaembu, em São Paulo. Segundo explicou o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, o motivo seria a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. Como Bolsonaro está impedido pelos próximos meses de receber visitas, até mesmo dos filhos, Michelle se recusa a deixar Brasília. Uma das opções que está sendo cogitada pelo partido, seria a participação de Michelle de forma remota, por vídeo, ou então através de gravação de uma mensagem a ser reproduzida na convenção. 

*A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, que por duas vezes presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse que a nova onda de questionamentos sobre a lisura das urnas eletrônicas é apenas um “resmungo” e uma “arenga” e que terá menos repercussão entre os eleitores do que em 2022, sem mencionar o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) que recentemente questionou a segurança das urnas. “Esse questionamento que agora, não tem, espero, a força de que chegou a ter em um determinado processo, principalmente entre 2021 e 2022, é apenas mais um resmungo, uma arenga”, disse a ministra. 

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