Diferente do que pensa a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, que quer segurar a redução no preço dos combustíveis, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (foto Valter Campanato/Agência Brasil), considera que existe espaço para essa redução. Ele argumenta que depois de meses pressionado pelos impactos da guerra no Oriente Médio, o valor do barril de petróleo retornou ao patamar pré-conflito, na faixa dos US$ 70 a US$ 80. Para Silveira, “com a baixa do Brent, respeitada a governança da Petrobras, temos que buscar melhores preços de forma gradual”.










