Sob o comando de Carlos Augusto Rodrigues de Melo (foto: divulgação), a Cooxupé registrou atraso no ritmo da colheita de café em Minas Gerais. Até o fim de junho, a cooperativa alcançou 24,9% da área cultivada, o menor patamar para o período desde 2018, bem abaixo do observado no mesmo intervalo de 2024, quando o índice chegava a 31,4%. Segundo a Cooxupé, as chuvas acima da média histórica têm dificultado o avanço dos trabalhos nas lavouras e já afetam diferentes regiões produtoras, em um cenário que também vem sustentando os preços internacionais da commodity diante das incertezas sobre a oferta brasileira.










