Brasileiros entre 55 e 65 anos têm rejeitado cada vez mais a identificação com a palavra “idoso”, mesmo quando já convivem com doenças crônicas ou entram em uma fase em que a prevenção passa a ser decisiva. O alerta é do médico geriatra Milton Crenitte(foto reprodução Instagram), para quem o problema não está em recusar um rótulo etário, mas em deixar de planejar o futuro por não se reconhecer em processo de envelhecimento. A resistência à ideia de velhice pode afastar esse público de cuidados capazes de garantir mais autonomia e qualidade de vida nas décadas seguintes. Quando envelhecer parece assunto dos outros, a própria saúde acaba ficando para depois.










