Xi Jinping (foto Tânia Rego/Agência Brasil) está rindo à toa. A China saiu fortalecida da crise no Estreito de Ormuz provocada pela guerra envolvendo EUA e Irã, segundo estudo do think-tank The Asia Group. A análise aponta que Pequim resistiu melhor ao choque por combinar reservas estratégicas de petróleo, menor dependência relativa de combustíveis fósseis e domínio na cadeia global de energia renovável. O conflito também impulsionou exportações chinesas de veículos elétricos e equipamentos solares, ampliando sua influência econômica e geopolítica. Apesar do ganho estratégico, o estudo vê riscos no horizonte: energia cara e desaceleração global podem reduzir a demanda por produtos chineses e pressionar o crescimento do país.










