Enquanto PT e PL seguem sem definir quem disputará o governo de Minas, – Cleitinho não sabe se aceita e Marilia não quer – um tema central para a próxima gestão permanece quase ausente do debate: como financiar o estado sem os recursos das reparações de Mariana e Brumadinho. Hospitais regionais parados há mais de uma década, rodovias aguardadas há anos, obras de saneamento, investimentos na saúde avançaram graças aos acordos das tragédias, e não por uma melhora das finanças estaduais. O cenário expõe uma fragilidade persistente: Minas enfrenta dificuldades para executar grandes investimentos. Mais do que definir nomes, a eleição de 2026 terá de responder quem pagará a conta quando a fonte excepcional de recursos se encerrar. (foto: Agência Senado)










