A Advocacia-Geral da União acionou o STF para pedir que a segunda parcela do acordo de reparação pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, seja paga com correção pela inflação. Segundo a AGU, comandada por Jorge Messias (foto: Lula Marques/Agência Brasil), a parcela, quitada em junho de 2025 no valor nominal de R$ 6,34 bilhões, deixou de ser atualizada e provocou perda estimada em R$ 290 milhões. As empresas obtiveram decisão favorável no Tribunal Regional Federal da 6ª Região para dispensar a correção, mas a União sustenta que a medida compromete a reparação integral dos danos ambientais e socioeconômicos previstos no acordo.










