Ao defender que qualquer parceria para explorar terras raras mantenha o processamento em Minas Gerais, o pré-candidato ao governo, Gabriel Azevedo, coloca em pauta as estratégias para o desenvolvimento do estado, evitando que Minas repita o modelo exportador de matéria-prima, deixando os empregos qualificados, a tecnologia e o maior valor agregado para outros países. A fala de Azevedo se distingue da de outros candidatos que não colocam publicamente condição de que o processamento permaneça integralmente em Minas. “A minha régua é clara: qualquer parceria em Minas Gerais tem que vir com a tecnologia de processamento ficando aqui.” (foto: Reprodução CMBH)










