A abertura da campanha presidencial, a partir do próximo domingo (16/8), possibilita uma correlação de forças da direita. Embora somem menos de 15% nas pesquisas, Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado terão maior exposição em debates, sabatinas e na cobertura das atividades e podem ganhar espaço diante de um eleitorado que ainda os conhece pouco. O risco para Flávio Bolsonaro está na possibilidade de um dos três adversários concentrar o voto útil em setembro e, com isso, seu eleitorado se dispersar. (Fotomontagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil; Lula Marques/Agência Brasil; Reprodução)









