Às vésperas do impeachment de Dilma Rousseff (foto: Wilson Dias/Agência Brasi) completar 10 anos, quatro senadores que votaram pelo impedimento da ex-presidente revisitaram publicamente suas posições. Renan Calheiros (MDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) classificaram a decisão como um erro. Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) afirmou que teria sido melhor deixar Dilma concluir o mandato e disputar novamente nas urnas. Já Cristovam Buarque (PPS-DF) reconheceu ter “errado como político”, embora ressalve que não se arrepende do voto. Em 2016, os quatro integraram o grupo de 61 senadores que aprovaram a cassação, contra 20 votos pela permanência de Dilma.










