Empresários ligados a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) estão preocupação com a decisão do Governo Federal de reajustar o Bolsa Família às vésperas das eleições. Para o economista-chefe da FIEMG, João Gabriel Pio João Gabriel Pio ( foto Fiemg), “política social e responsabilidade fiscal precisam caminhar juntas. Quando o governo amplia despesas permanentes sem demonstrar com clareza como elas serão sustentadas ao longo do tempo, o risco é que a conta apareça depois na forma de maior endividamento, juros elevados, crédito mais caro e menor capacidade de investimento.”
Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, o reajuste terá impacto adicional estimado em R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22,7 bilhões em 2027, totalizando R$ 28,5 bilhões em dois anos.












