Em Londres, onde está defendendo o nome de Eduardo Leão de Sousa, para a diretoria executiva da Organização Mundial do Açúcar, o presidente da Bionergia, Mario Campos (Foto: Tião Mourão), acredita que o setor tem um papel cada vez mais estratégico na economia brasileira. Segundo ele, isso se dá não apenas pela produção de combustíveis, mas também pela capacidade de gerar energia, empregos, renda e novas oportunidades de negócios”.
No dia 22 representantes de vários países entre produtores, exportadores e importadores de açúcar vão escolher entre três nomes, o que vai assumir o posto. Eduardo Leão, que é diretor da Única, entidade de São Paulo, que junto com a Bioenergia representa a totalidade da produção de açúcar, de etanol de cana-de-açúcar, parte de cana, parte do milho do Brasil é o único brasileiro na disputa. Segundo Mario Campos, “essa é a primeira vez que o Brasil tem a chance de chefiar essa importante organização mundial”.












