A semana começa com os mercados em estado de vigília. A chamada “super quarta” concentra as atenções nas decisões de juros do Banco Central e do Federal Reserve, capazes de redesenhar expectativas sobre inflação, câmbio e crescimento. No Brasil, Gabriel Galípolo (foto: Banco Central/ Divulgação) estará no centro do tabuleiro, enquanto investidores digerem o Boletim Focus, números da economia chinesa e a escalada do petróleo. O cenário econômico, porém, divide espaço com a política: novas pesquisas eleitorais, a crise no STF e os desdobramentos do caso Banco Master aumentam a temperatura. Até quarta-feira, prudência será palavra de ordem. Depois dela, o mercado decidirá se respira — ou prende ainda mais o fôlego.











