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JOGO ABERTO

Por Paulo César de Oliveira
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Cezar Britto (foto: Reprodução/Cezarbritto.adv.br)

*Um grupo de advogados, professores de Direito, ex-ministros e dirigentes de entidades da advocacia divulgou manifesto que pede a união das forças democráticas para derrotar nas urnas a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). O texto é datado de 15 de outubro de 2026 e só agora é divulgado. O documento, que define a eleição como uma escolha entre a preservação da ordem constitucional e “um projeto de arbítrio, violência política e regressão social”, é assinado pelo Grupo Prerrogativas, pelo Sindicato dos Advogados de São Paulo (SASP), os ex-presidentes nacionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Cezar Britto (foto: Reprodução/Cezarbritto.adv.br) e Felipe Santa Cruz e o ex-advogado-geral da União, Álvaro Augusto Ribeiro. O manifesto não pede voto para Lula, mas traz duras críticas a Flávio Bolsonaro, chegando a afirmar que o candidato “declarou que vai alterar a Constituição” e que pretende impor uma Carta voltada ao mercado, com cortes de direitos econômicos e sociais.

*O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha do presidente Lula disse nesta quarta-feira, 21, que o presidente vai protocolar uma resposta no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a derrubada de sigilos dos candidatos à presidência da República e seus familiares. Segundo ele, a campanha petista “não se opõe a absolutamente nada” do que Flávio colocou como contrapartida a proposta de Lula. Entre elas, cobrou a abertura do sigilo telefônico do ex-chefe de gabinete do petista Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e a divulgação de informações sobre o cartão corporativo da Presidência.

*O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Francisco Resek, a exemplo de seu ex-sogro, ministro Carlos Mário da Silva Velloso, e dos ministros Rosa Weber e Carlos Ayres Britto teve renovado pelo Ministério das Relações Exteriores seu passaporte diplomático por mais cinco anos. Resek teve duas passagens pelo Supremo Tribunal Federal: de 1983 a 1990, indicado pelo presidente João Figueiredo, ele deixou a Corte para ocupar o cargo de juiz da Corte Internacional de Justiça, sediada em Haia, e depois retornou nomeado pelo presidente Fernando Collor, de 1992 a 1997.

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