A dívida pública brasileira encerrou setembro em R$ 11,1 trilhões, equivalentes a 82,9% do PIB, segundo o Banco Central, comandado por Gabriel Galípolo (foto: Vinicius Doti). Embora estável em relação a agosto, o indicador permanece no maior patamar desde 2021, quando a pandemia pressionava as contas nacionais. Desde dezembro de 2022, antes do terceiro mandato do presidente Lula, o endividamento avançou 11,2 pontos percentuais. O setor público registrou déficit primário de R$ 5,5 bilhões no mês. A escalada dos juros e os sucessivos desequilíbrios fiscais mantêm a dívida em trajetória preocupante, reacendendo o debate sobre a sustentabilidade das contas públicas e os riscos para a economia brasileira.











