Dario Durigan (foto: Washington Costa/MF) sustenta que o próximo mandato de Lula deverá criar condições estruturais e oferecer os estímulos necessários para reduzir os juros no Brasil. Seu posicionamento se dá um dia após o Copom interromper o ciclo de cortes e manter a Selic em 13,75% ao ano. O ministro da Fazenda evita avaliar a decisão do Banco Central, mas ressalta que o patamar atual é elevado e prejudica todos os setores da economia. A definição dos rumos da política monetária dependerá, segundo a sinalização do Copom, da evolução do cenário inflacionário e das condições econômicas nos próximos meses.











