O presidente Lula vai seguir a orientação do Itamaraty para evitar o confronto com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, no episódio da ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. A aposta é esperar as eleições legislativas americanas antes de definir os próximos passos. Analistas entendem que o silêncio pode ser prudência diplomática, mas seria um erro confundir um eventual revés de Trump com solução para os problemas brasileiros. Urnas estrangeiras não revogam tarifas por encanto. Enquanto Brasília administra o discurso, exportadores precisam de negociação e resultados. Diplomacia exige cabeça fria; ficar na arquibancada não pode virar política de Estado. (Foto reprodução Bloomberg via Getty Images)











