O ministro Nunes Marques (foto: Luiz Silveira/STF) decidiu deixar para depois do segundo turno a análise da revisão criminal de Jair Bolsonaro, alegando risco de interferência nas eleições. O processo aguarda parecer da PGR e deverá ser submetido ao plenário do STF, sob pauta definida por Edson Fachin. A prudência pode ser compreensível, mas suscita uma questão incômoda: se a Justiça deve ser independente da política, por que o calendário eleitoral determina quando ela pode agir?












