Descobertas em 1976, as reservas de urânio e fosfato de Santa Quitéria (CE) continuam sem exploração após quase 50 anos de entraves administrativos e judiciais. O projeto, conduzido pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB) em parceria com a Galvani, aguarda a Licença Prévia do Ibama, que agora analisa pedidos da Funai e da Defensoria Pública da União para consulta às comunidades indígenas da região. Enquanto o licenciamento ambiental permanece indefinido, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, comandado pela ministra Luciana Santos (foto: Luara Baggi/ ASCOM/MCTI) já autorizou a instalação da unidade de beneficiamento. A mina poderá produzir 2.300 toneladas anuais de concentrado de urânio e 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados, reduzindo a dependência brasileira de importações desses insumos estratégicos.










