No comando da Gasmig desde maio deste ano, Gustavo De Marchi (Foto: Tião Mourão), assumiu o projeto de modernização da empresa, que neste ano completou 40 anos. No jantar-palestra do Conexão Empresarial, evento promovido pela VB Comunicação, revista Viver Brasil, Blog do PCO e jornal O Tempo, De Marchi falou dos projetos que assumiu, focados na interiorização, na transição energética e na inovação.
Um trabalho focado também na mudança de cultura para avançar com a expansão do gás molecular e o biometano em Minas Gerais. Mas o estado, segundo ele, tem suas peculiaridades e muitos desafios pela frente como o de chegar às casas do consumidor.
A Gasmig tem atualmente, 2.153 km de rede de distribuição, 1 bilhão de metros cúbicos de gás, em 56 municípios. O faturamento da empresa no último ano chegou a R$ 3,1 bilhões, e um lucro líquido de R$ 515 milhões, com atendimento a 140 mil clientes. Mas para ele, é preciso romper a cultura do botijão de gás para atingir as casas dos consumidores, como já acontece em estados como São Paulo e Rio de Janeiro.
A empresa está focada em quatro projetos, a começar com o gasoduto Centro-Oeste, Outro projeto importante está no Triângulo Mineiro, com o projeto de biometano, a Gasmig investe no Norte e no Vale do Aço, com 32 km de linha, atingindo também a área mineira da Sudene, na cidade de Naque. Além disso, tem o gasoduto que passa por Bragança Paulista até Extrema e de extrema a Pouso Alegre para atender o polo industrial na região, que é uma das que mais cresce no país.











