Embora o país deva enfrentar um cenário desafiador de curto prazo, com a inflação próxima de 9% até o final do ano e uma desorganização das cadeias produtivas em função da pandemia - com impactos no setor industrial - as perspectivas de médio prazo são positivas, na visão de Mansueto Almeida (foto), economista-chefe do BTG Pactual. "A agenda de concessões de infraestrutura está andando, com os leilões de portos, ferrovias e outros ativos, e o Brasil passou por reformas estruturais importantes nos últimos anos", afirmou Mansueto. Ele acredita que corre-se o risco de ter um aumento de gasto que não é compatível com a regra fiscal e "isso trouxe mais incerteza para o preço dos ativos". (Foto reprodução internet)