O cenário internacional do preço do barril de petróleo pode levar a presidente da empresa, Magda Chambriard (foto: Fernando Frazao/Agência Brasil), a “fazer alguma coisa”. O preço do alcançou US$ 117, mudando drasticamente nos últimos 20 dias e que a empresa começa a discutir como lidar com isso. Sem antecipar os próximos passos, Chambriard afirma que o país “aprendeu com erros do passado”. A executiva argumenta que investidores globais priorizam previsibilidade, vis a vis ganhos de curto prazo.
Segundo ela, a Bacia da Foz do Amazonas pode ter duas plataformas e que, com 40 projetos para ampliar a capacidade de FPSOs no pré-sal e pós-sal, conseguirá manter o ritmo de produção, sem o declínio que era esperado pelo mercado para os próximos anos, até ter início a atividade na Margem Equatorial.










