A nova reunião do Copom, marcada para esta quarta-feira (17/6), ocorre sob um ambiente de maior volatilidade no mercado financeiro e pressão crescente em torno da condução da política econômica do governo federal. Após oscilações recentes, investidores voltaram a considerar a possibilidade de um corte adicional de 0,25 ponto percentual na Selic, hoje em 14,5% ao ano, embora a manutenção da taxa siga no radar. O cenário tem sido influenciado por incertezas externas, avanço dos gastos públicos e medidas fiscais que reduzem o espaço para afrouxamento monetário. À frente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo (foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado) chega à decisão sob escrutínio ampliado em torno da credibilidade da política monetária.










