O Goldman Sachs, comandado por David Solomon (foto Getty Images) , no meio do nevoeiro global, percebeu que o Brasil virou — por ora — porto seguro com verniz de oportunidade. Um relatório recente carimba o país como aposta “ganha-ganha”: se o mundo cresce, exporta; se tropeça, exporta também. A âncora está nas commodities e no petróleo, que sustentam câmbio, balança e dão algum fôlego ao mercado interno. O Brasil surfa a onda de quem vende o que o mundo ainda precisa, mesmo em crise. A inflação ainda ronda, os juros seguem altos, o fiscal inspira desconfiança e o calendário eleitoral adiciona ruído. Traduzindo: o investidor entra, mas com o dedo no gatilho.











