A Confederação Nacional da Indústria entrou no debate da jornada de trabalho 6×1 com posição contra mudanças abruptas na escala. Sob comando de Ricardo Alban, a entidade avalia que reduzir dias trabalhados sem aumento proporcional de produtividade pode elevar o custo do trabalho, afetar preços, empregos e investimentos. A CNI não rejeita discutir modernização das relações de trabalho, mas insiste que as mudanças ocorram via negociação coletiva e de forma setorial para que seja sustentada. O posicionamento da CNI reflete a preocupação do empresariado com o impacto de decisões legislativas sobre o ambiente de negócios. Há receio de avanço no Congresso sem considerar as diferenças entre os setores produtivos. A posição da CNI indica que a indústria pretende atuar de forma coordenada no debate. O embate entre competitividade e bem-estar deve dominar a discussão nos próximos meses. (foto: Iano Andrade/CNI)










