Os pedidos de demissão voluntária ganharam escala em Minas Gerais e quase triplicaram em seis anos, passando de 384,1 mil para 952,7 mil entre 2020 e 2025. Segundo levantamento da Fiemg, a fatia dessas saídas no total de desligamentos também avançou, de 23% para 35%. O economista-chefe da entidade, João Gabriel Pio (foto: Linkedin/reprodução), associa o fenômeno a um mercado mais dinâmico, com maior circulação em ocupações de menor qualificação. Jovens concentram os desligamentos, sobretudo entre 18 e 29 anos, enquanto o comércio lidera entre os setores. As mudanças tendem a ocorrer entre funções semelhantes, com ganhos imediatos, sem alteração estrutural na trajetória.










