O endividamento atingiu 82% das famílias brasileiras em agosto, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC). Já dados do Banco Central mostram que, em julho, as prestações e juros consumiam 28,7% da renda familiar. O jornalista econômico Celso Ming ( foto divulgação) avalia que o quadro pode ser mais grave, pois os indicadores não abrangem todas as obrigações, como empréstimos entre pessoas e atrasos em contas domésticas, aluguéis e mensalidades escolares. Para ele, o peso das dívidas limita o consumo, dificulta a concessão de crédito e reduz os recursos disponíveis para poupança e investimento. Esses efeitos podem conter as vendas do comércio e da indústria e comprometer o crescimento da economia.












