Na última pesquisa Genial/Quaest, um dado em especial acendeu o sinal amarelo para o presidente Lula (foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil). Entre evangélicos, a desaprovação subiu de 61% para 68% entre março e abril, enquanto a aprovação caiu de 33% para 28%. É uma tendência persistente: após leve recuo no início do ano, a rejeição voltou a crescer. No quadro geral, a variação é discreta — desaprovação de 51% para 52% e aprovação de 44% para 43% — dentro da margem de erro. Mas política é detalhe que vira destino: perder terreno num grupo organizado e crescente pode custar caro em 2026.











