O presidente da Fiesp, Paulo Skaf (foto Antônio Cruz/Agência Brasil), entrou com uma ação pública na Justiça e acionou o Tribunal de Constas da União para suspender a assinatura dos contratos do Leilão de Reserva de Capacidade marcado para esta semana. A suspeita é a de que existam irregularidades na modelagem do leilão. A Fiesp argumenta que as empresas vencedoras terão uma receita estimada em R$ 515,7 bilhões nos próximos 15 anos pela disponibilidade, mas o custo total repassado aos consumidores pode ultrapassar R$ 800 bilhões, quando as usinas forem acionadas. Serão beneficiadas as térmicas a gás e carvão existentes. A Fiesp quer a realização de um novo leilão.










