A possibilidade de paralisação dos caminhoneiros evidencia a vulnerabilidade estrutural do comércio à logística. Na avaliação da Fecomércio MG, uma interrupção de poucos dias – apenas um, por exemplo – já compromete o abastecimento e afeta diretamente as vendas, ao impedir a reposição de mercadorias. O diagnóstico do presidente da entidade, Nadim Donato (foto: Nunna Audiovisual/divulgação), vai além do risco imediato e aponta um ambiente pressionado pelo encarecimento dos combustíveis, que eleva custos e chega ao consumidor final. Em paralelo, crédito restrito e famílias mais endividadas completam um cenário em que qualquer ruptura logística amplia a desaceleração do varejo.











