A persistência dos juros elevados transformou o crédito em artigo raro no mercado brasileiro. Com taxas acima de dois dígitos desde 2022, empresas enfrentam dificuldade crescente para obter recursos, enquanto bancos e investidores reduzem a disposição para financiar novos projetos. O resultado aparece no avanço das recuperações judiciais e falências e obriga o mercado a buscar alternativas de capital. Alexandre Cruz (foto: Reprodução/LinkedIn), CEO da JiveMauá, alerta que a escassez já alcança até companhias consideradas financeiramente sólidas. Nesse ambiente, ter bons fundamentos deixou de ser garantia de acesso à dívida, ampliando os riscos e redesenhando as estratégias dos investidores no crédito privado.











