O preço do petróleo Brent acima de US$ 100 deixou de ser apenas uma marca psicológica e virou sinal de alerta global. A guerra no Irã, ataques à infraestrutura energética e o fechamento do Estreito de Ormuz pressionam oferta, fretes e preços. Donald Trump ainda não apresentou uma saída clara para o conflito. No Brasil, o problema ganha tempero eleitoral: petróleo caro pode encarecer combustíveis, transporte e alimentos, contaminar a inflação e dificultar eventual redução dos juros. A presidente da Petrobrás, Magda Chambriard (foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil), recuou em relação ao reajuste de R$ 0,19 no preço da gasolina e na sequência, o governo federal anunciou a ampliação de um pacote emergencial de desonerações e subsídios para amortecer o repasse da disparada internacional do petróleo aos preços dos combustíveis no Brasil.











