A disparada do petróleo, turbinada pela tensão no Oriente Médio e risco no Estreito de Ormuz, impulsionou as ações da Petrobras em mais de 20%. Ainda assim, a estatal opera com rédea curta: a política de preços doméstica e a influência do governo limitam o repasse da alta aos combustíveis, reduzindo sua alavancagem em cenários favoráveis. O contraste aparece no setor. A PRIO, com quase 50% de valorização no ano, combina produção em alta, custos enxutos e novos projetos — uma tese mais direta ao ciclo do petróleo. Para gestores, o diferencial está na liberdade operacional: enquanto a Petrobras carrega o peso político, concorrentes independentes capturam melhor o vento externo. No curto prazo, guerra, juros e eleição seguem ditando o ritmo. Lula segue com o cabresto no pescoço de Magda Chambriard (foto: Tânia Rego/Agência Brasil).











