A Unctad, órgão da ONU para comércio e desenvolvimento, comandado por Rebeca Grynspan (foto: Reprodução/Gryspan.org), projeta que o PIB brasileiro crescerá 1,8% em 2026 e 1,5% em 2027, após avançar 2,3% em 2025. Segundo o relatório, a inflação elevada e a redução dos juros em ritmo mais lento que o esperado, limitam a expansão. A guerra no Oriente Médio, ao encarecer o petróleo, agrava a pressão sobre os preços e dificulta o alívio monetário. O consumo das famílias, o investimento privado e as exportações agrícolas ainda sustentam a atividade. O Brasil continua crescendo, mas perde velocidade. Entre o crédito caro e o custo de vida, sobra menos espaço para consumir e investir. O otimismo rende discursos; sozinho, não movimenta a economia.











