O Copom até cortou a Selic, mas sem festa, com apenas menos 0,25 ponto percentual e um discurso bem mais duro para o mercado, o que trouxe apreensão para o governo. Isso porque a inflação voltou a dar sinais de avanço, pressionado pelo petróleo e o prolongamento da Guerra no Oriente Médio, acendendo o alerta. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (foto Lula Marques/ Agência Brasil) já admite o risco de a meta ficar no retrovisor. O mercado entendeu o recado, de que o ciclo de queda pode acabar antes do previsto, mesmo com o Focus projetando 13% em 2026.










