Concluído o processo de privatização do metrô de Belo Horizonte, a expectativa agora é a de que o Grupo Comporte, o consórcio vencedor do processo, inicie as obras em seis meses. O Grupo vencedor, que reúne empresas de transporte rodoviário e urbano de passageiros, cargas e turismos, apresentou o lance único de R$ 25,75 milhões. A empresa se compromete a revitalizar a linha 1 e a criar a linha 2. Para que as melhorias saiam do papel, há previsão de investimentos de R$ 3,7 bilhões. A maioria dos recursos sairá dos cofres públicos: cerca de R$ 2,8 bilhões serão desembolsados pelo governo federal e R$ 440 mil pelo governo estadual. O restante será de responsabilidade da empresa. De acordo com o presidente da ACMinas, José Anchieta da Silva (foto), a assinatura de Romeu Zema para a concessão do metrô de BH é uma grande conquista do povo belorizontino, após anos de muita discussão e atraso. (Foto/divulgação)