Os resultados do 4º trimestre de 2025 terminaram com um saldo melhor que o esperado, mas já sem o mesmo ímpeto para o setor bancário. Segundo o Santander – até aqui comandado por Mário Leão (foto divulgação), que será sucedido na presidência pelo CEO comandante da B3, Gilson Finkelsztain -, as empresas brasileiras mantiveram desempenho resiliente, ainda que com sinais claros de desaceleração. A receita líquida avançou cerca de 5% na comparação anual, o Ebitda cresceu 2% e o lucro líquido subiu 13%. O quadro, porém, é desigual. Companhias voltadas ao mercado doméstico lideraram, com alta de 13,3% no Ebitda, sustentadas por demanda ainda firme. Já o setor de commodities perdeu tração, com queda de 4,9%, revertendo ganhos anteriores. No conjunto, não foi ruim — mas o crescimento já respira mais curto.











