O salário e a estabilidade no emprego pesam mais na escolha de uma profissão do que benefícios como home office e jornada reduzida. Esse comportamento foi detectado na 69ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: Futuro Profissional, contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), presidida por Ricardo Alban (foto: Iano Andrade/CNI).
Segundo o levantamento, 28,7% dos ouvidos apontaram o salário como o principal diferencial da profissão que desejam exercer nos próximos cinco anos. Na sequência aparecem a estabilidade no emprego, com 22,4%, e a chance de crescer na carreira, com 20,1%.










