O novo tarifaço dos Estados Unidos representa perda para exportadores brasileiros, mas pode deixar o país em posição relativamente menos desfavorável que outros concorrentes. Para o economista Ricardo Amorim (foto divulgação), apenas 1,7% das exportações brasileiras seria diretamente alcançado pelas novas barreiras, proporção menor que a observada em economias mais dependentes do mercado americano. O paradoxo é que a baixa abertura comercial brasileira, normalmente apontada como fraqueza, funcionaria agora como proteção temporária. Dados do MDIC mostram que os EUA responderam por 9,4% das exportações brasileiras no primeiro semestre de 2026 e que 23,1% das vendas destinadas àquele mercado estão sujeitas às novas sobretaxas da Seção 301.











