Foram detectadas falhas na gestão da Advocacia Geral da União, inclusive com pedaladas fiscais, até 2015. As irregularidades, encontradas na auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União, referem-se às gestões de 2013 ao final de 2015, período em que o órgão foi chefiado por Luís Inácio Adams, José Eduardo Cardozo e Fábio Medina Osório. Pelos levantamentos do TCU, a situação da AGU se agravou nos últimos anos porque, além da crise financeira e dos contingenciamentos orçamentários, a Advocacia não soube lidar adequadamente com a força de trabalho disponível. Um acórdão do Tribunal de Contas, relatado pelo ministro Walton Alencar Rodrigues (foto), dá um prazo de 120 dias para a AGU apresentar um plano de implementação de uma unidade de auditoria interna, que atualmente não existe, apesar de prevista em lei.