Os ambientalistas têm estranhado a forma tímida com que a AMDA, Associação Mineira de Meio Ambiente, tem se posicionado em relação a tragédia em Mariana e os efeitos dos dejetos da barragem da Samarco que se rompeu e que atingiram o rio Doce, matando toneladas de peixes. Dalce Ricas (foto), que atua na entidade desde a sua fundação em 1978, pouco tem falado a respeito do assunto e o site da entidade tem se limitado a reproduzir algumas matérias sobre o assunto, junto com outros temas que estão na pauta ambiental.