Em sua newsletter de 28 de setembro, publicada no Substack, o jornalista Luiz Horta traz um texto delicioso sobre a Bastardo (Trousseau no Jura), citando o trabalho do enólogo Paulo Nunes (foto: Reprodução/DN), da Casa da Passarella, no Dão, Portugal, e seu vinho produzido com essa uva. “Ele é um sábio. Apaixonado pelo Japāo, país que visita com assiduidade, está se tornando japonês sem perceber, no que há de melhor, a polidez, a serenidade, a busca de harmonia, o foco na delicadeza dos gestos. E isto aparece nos seus vinhos. Para o jornalista, o vinho O Fugitivo Bastardo, da Casa Passarela, é como “uma força oculta sob uma delicadeza aparente.” e encerra seu texto, afirmando que “os “Fugitivos” de Paulo Nunes dizem respeito a fugir das uvas tradicionais (que ele também vinifica com o mesmo talento) e fazer microvinificações com uvas quase esquecidas e sempre com mínima intervenção e leveduras do meio ambiente.”












