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Jogo Aberto

Paulo César de Oliveira
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*O ex-ministro Joaquim Barbosa (foto) volta à cena política. Já deixou claro que na aceita ser vice de ninguém, como se discutia no meio político, mas não se recusa a analisar a candidatura à Presidente, agora pelo PSB que, para ele, ao contrário das outras legendas, “parece não ter dono”. O blog de Lauro Jardim informa que Barbosa pediu aos dirigentes do PSB um prazo para analisar a possível candidatura. Vai analisar no exterior, pois pretende fazer uma longa viagem pelo mundo e só se dispõe a aceitar ou não o desafio das urnas quando voltar, no final de janeiro ou princípio de fevereiro.

 

*Nas redes sociais: anda tão radicalizada a discussão sobre igualdade de gênero que um grupo já se mobiliza para exigir uma mudança no secular jogo de baralho. Não aceitam que o Rei valha mais do que a Dama. Querem igualdade já.

 

*Após 3 anos, e com solicitações de pedido de urgência da AMB, a ADI 5035, envolvendo o Programa Mais Médico, deve entrar na pauta do STF dia próximo dia 30. A ação chegou a entrar em pauta em duas oportunidades em 2017, em agosto e em setembro, mas por falta de tempo não chegou a ser discutida. “O programa já gastou quase R$ 6 bilhões em Transferências à OPAS, responsável por depois repassar os recursos à Cuba. Uma despesa dessas ainda não foi suficiente para motivar a prioridade de discussão no STF da Ação Direta de Inconstitucionalidade da AMB contra o programa”, lamenta Dra. Débora Cavalcanti, diretora de Assuntos Parlamentares da AMB. “Também não podemos aceitar, que além das impropriedades do programa, motivos da ação junto ao STF, sua execução também seja mal conduzida, não priorizando médicos brasileiros e possibilitando a demissão de médicos para substituir pelos cubanos do programa“, complementa Dr Lincoln Lopes Ferreira, presidente da AMB.

 

*Os números de pesquisas como o Mapa da Violência não deixam dúvidas: a cada 23 minutos, um jovem negro, na faixa etária de 15 a 29 anos, é assassinado no Brasil. Para cada jovem branco assassinado, 2,7 negros são vítimas de homicídios no país. Para discutir esse assunto, a Comissão de Direitos Humanos realiza audiência pública nesta segunda-feira, a partir das 9h30, no Auditório da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O debate atende a requerimento do presidente da comissão, deputado Cristiano Silveira (PT). Segundo ele, o objetivo é discutir estratégias de enfrentamento da violência em geral, particularmente os homicídios, que afetam principalmente a juventude negra e pobre. Na ocasião, também deve ser lançada uma agenda legislativa sobre o problema.

 

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