*O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (foto: Antonio Cruz/Agência Brasil), pediu que o Congresso seja “mais produtivo” em 2026 para votar o PLP (projeto de lei complementar) 152 de 2025, que trata da regulamentação do trabalho de entregadores e motoristas de aplicativos. A crítica acontece no momento em que o presidente Lula tenta reabrir o diálogo com a Câmara e o Senado. Segundo Marinho, “às vezes, o Congresso tem menos tempo, às vezes é mais produtivo. O que a gente espera, á que já que eles têm pouco tempo esse ano, que produzam mais. No ano passado, a produção foi baixa”.
*Vinte e dois deputados federais assinaram uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU), liderada pela deputada Rosângela Moro (União Brasil-SP), pedindo investigação de possíveis irregularidades atribuídas ao ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. O requerimento tem como base relatos de que o escritório de advocacia associado ao ex-ministro recebeu cerca de R$ 6,5 milhões do Banco Master, ao longo de 21 meses. Desse total, cerca de R$ 5,25 milhões teriam sido pagos no período em que Lewandowski comandava o Ministério da Justiça. O deputado Dr. Frederico (PL-MG) é o único parlamentar mineiro que assinou a representação.
*O Brasil registrou recorde de inadimplência entre as empresas brasileiras em novembro de 2025, com 8,9 milhões de CNPJs negativados. Os dados são do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, divulgados nesta quinta-feira (29). É o maior patamar desde o início da série histórica, remetendo a uma dívida que supera R$ 210,8 bilhões já negativada. Segundo a Serasa, a dívida média por empresa alcançou R$ 23.790,80, em novembro, com uma média de sete contas negativas por empresas, e ticket médio de R$ 3.374,40. As empresas mais negativadas foram do setor de serviços (55,2%), seguidas das do comércio (32,7%), e da indústria (8,1%). A absoluta maioria dos CNPJs negativados são de porte Micro, Pequenas e Médias Empresas, com 8,5 milhões endividados.










