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JOGO ABERTO

Paulo César de Oliveira
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Gleisi Hoffmann (foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

*A sensação de que o governo Lula 3 chegou ao fim, ao deslocar o centro político para a campanha eleitoral passou a dominar Brasília, após a saída do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e com as anunciadas possíveis trocas de ministros com alto potencial eleitoral. Para alguns observadores da cena política, num movimento calculado, Lula estaria transferindo o centro político para a eleição presidencial e esvaziando o Planalto com a saída de ministros com densidade eleitoral, como Gleisi Hoffmann (foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil), Rui Costa, Simone Tebet, Renan Filho e Jader Filho. Soma-se a isso que, no seu lugar, vão entrar nomes de perfil técnico ou burocrático, com a missão de garantir a continuidade administrativa a exemplo de Dario Durigan que assume a Fazenda, garantindo a continuidade da gestão de Fernando Haddad.

*Mudança anunciada no comando de duas gigantes do sistema financeiro movimentou o mercado nesta sexta-feira, 20. Mario Leão, CEO do Santander, que está no cargo desde 2022, deixará o posto e em seu lugar entra Gilson Finkelsztain, CEO da B3, desde 2017. Em comunicado ao mercado, o Santander agradeceu Leão e afirmou que ele ficará no cargo até junho deste ano. Já a B3 confirmou que Finkelsztain não será mais CEO e permanecerá no cargo até o final do primeiro semestre de 2026. Antes de ser confirmado como sucessor de Leão, Finkelsztain chegou a ter seu nome aprovado para o Conselho de Administração da B3 pela assembleia de acionistas, mas desistiu.

*O relator da CPMI do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou nesta sexta-feira, 20, que o relatório final da comissão deve ultrapassar 5 mil páginas e incluir uma lista com mais de 200 indiciados. De acordo com Gaspar, o documento será baseado em provas e dados técnicos. Já o ex-ministro e atual vice-líder do presidente Lula no Congresso, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), deverá apresentar um relatório final alternativo ao que será apresentado por Alfredo Gaspar. Como o governo tem maioria na comissão, caso o relatório de Pimenta seja colocado em votação pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), ele pode ser o mais votado. A última sessão do colegiado será na próxima quarta-feira, 23, se o ministro André Mendonça não prorrogar a CPMI por mais 120 dias.

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