*Sai o Supremo Tribunal Federal e assume o protagonismo nessas eleições o Tribunal Superior Eleitoral. Em meio a críticas após retirar do ar o canal “Exército de Lula”, o presidente do TSE, Nunes Marques (foto: Luiz Roberto/TSE), foi surpreendido pelo relator da matéria, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que derrubou a decisão de Nunes Marques. O presidente do TSE havia atendido a um pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) e determinou a suspensão do grupo no WhatsApp, em caso que estava sob responsabilidade de Cueva. Na decisão, além de manter o grupo no ar, Cueva também determinou o envio do processo ao plenário do TSE.
*A ex-presidente da República Dilma Rousseff apresentou um pedido à Justiça Federal do DF, para que a União faça a imediata implantação de uma prestação mensal, permanente e continuada referente à sua anistia política.
Trata-se de uma das vitórias da petista na ação que tratou da reparação a ser paga pela anistia política, perseguição e tortura sofridas por ela durante o regime militar. Os advogados fixaram o valor da prestação mensal em R$ 17.562,80, a ser recebido de forma imediata.
*O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais transferiu para a 17ª Zona Eleitoral de Araxá, no Alto Paranaíba, a investigação sobre o suposto crime de violação do sigilo do voto atribuído ao ex-governador Romeu Zema. O candidato à presidência da República do Novo, teria usado o celular durante a votação em primeiro turno, no último domingo. O desembargador Federal Lincoln Rodrigues de Faria argumentou que, como Zema não ocupa mais o cargo de governador e não tem foro, o processo pode ficar a cargo da Justiça Eleitoral de Araxá, cidade natal dele e onde os fatos ocorreram.











