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Justiça brasileira

Paulo César de Oliveira
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A nova prisão da conhecida doleira Nelma Kodama (foto), desta vez por envolvimento em esquema de tráfico internacional de cocaína, é mais um exemplo da incongruência da justiça brasileira quando sobrepõe tecnicalidades em detrimento do bom senso e da justeza propriamente. Nelma foi condenada e presa em 2014 na Operação Lava Jato por corrupção, evasão de divisas e organização criminosa e, após ser beneficiada por indulto natalino presidencial em 2017, foi novamente acusada por receptação de joias roubadas em 2018 e, em 2019, solta por determinação da Justiça federal, apesar de seus antecedentes pouco recomendáveis. A reincidência da doleira na delinquência era mais que previsível e é nesse ponto que a Justiça peca em todas as instâncias e nos mais diversos crimes: o alto índice de repetição de crimes por condenados soltos. É preciso mudar. (Foto reprodução internet)

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