Os organizadores do Oscar divulgaram, nesta sexta-feira, 1º de maio, novas regras explicitando que atuação e roteiro de filmes devem ser realizados por seres humanos e não por inteligência artificial, para serem elegíveis ao Oscar. A IA generativa causou alarme no audiovisual quando, ano passado, a atriz Tilly Norwood, aportou em Hollywood: gerada por IA, o sindicato de atores mostrou reação imediata: o temor é que atores reais sejam substituídos para dar lugar aos “atores sintéticos”, reduzindo custos na produção de filmes. Segundo as regras atualizadas, os cineastas podem usar ferramentas de IA, mas um ator não humano está de fora da premiação. O Brasil tem Sônia Braga, Rodrigo Santoro e as Fernandas – Torres e Montenegro – como integrantes do comitê com direito a voto nas escolhas que regem a mais popular premiação do cinema mundial.










